slowly coming back to life / aos poucos voltando a viver

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Where does one even start?

It’s been two weeks yesterday since we lost our baby girl.

For two weeks we’ve been trying to make sense of it all. Turns out it makes no fucking sense at all.

We have very brief moments of clarity, where we can wipe our tears, take deep breaths and even show smiles, but it only takes a split second and we stumble into darkness again.

Matt is now back at work. I wish I could say the same. Thanks for being an asshole, Universe.

People have been telling me to be gentle and kind to myself. To allow myself to grieve for a while and then figure things out.

At the moment I haven’t got a bloody clue on what my next step should be.

One thing is for sure. My brain, heart, chest are bursting with all sorts of thoughts and feelings and I just need to get them out somehow.

A blog sounded like a sensible idea. A place where I’ll allow myself to vent, be angry, be happy, dream again, create, inspire, connect with others, whatever it brings. I feel I’m like a blank canvas anyway.

Amidst all the pain and heartache, we did not question God’s will. Not even for a second.

We strongly believe our darling Peach was an angel sent to us with the most beautiful mission.

Matt and I have never been so close. We know now how unconditional love for a child feels.

And for that, we are grateful.


Por onde começar?

Faz 2 semanas que tivemos de dizer adeus a nossa baby.

Há duas semanas, estamos tentando entender o que aconteceu. Chegamos a conclusão de que é impossível  entender.

Temos alguns breves momentos de lucidez, quando enxugamos nossas lágrimas, respiramos fundo e até encontramos motivos para sorrir, mas em questão de minutos, somos devorados pela escuridão novamente.

O Matt voltou ao trabalho. Gostaria de dizer o mesmo. Obrigada por ser um grande filho da puta, Universo.

Amigos e familiares me aconselham a não ser tão exigente comigo mesma. A permitir-me guardar luto por um tempo e só então, pensar no futuro.

No momento, não tenho a mínima idéia de qual será meu próximo passo.

Uma coisa é certa. Minha cabeça, coração, peito estão explodindo com todo tipo de sentimentos e pensamentos e eu simplesmente preciso me expressar de alguma forma.

Um blog pareceu ser a solução. Um lugar onde me permitirei desabafar, ficar brava, feliz,  sonhar novamente, criar, inspirar, fazer novas amizades, seja o que for. Estou me sentindo como uma página em branco mesmo.

Em meio a tanta dor e tristeza, não questionamos a vontade de Deus nem sequer por um segundo.

Acreditamos piamente de que nossa querida Peach foi um anjo enviado a nós com a mais bela missão.

Matt e eu nunca estivemos mais próximos. Sabemos agora como é o amor incondicional por um filho.

Por isso, somos gratos.

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